Making science

"La lección más importante que debemos aprender es que la ciencia no es algo especial; por lo menos ya no. Tal vez lo fuera cuando Einstein hablaba con Niels Bohr y no existían más que unos pocos especialistas importantes de cada campo. Ahora, en cambio, Estados Unidos cuenta con tres millones de investigadores. La ciencia ya no es una vocación, es una profesión, una actividad humana igual de corruptible que cualquier otra. Los que la ejercen no son santos, son seres humanos, y hacen lo mismo que el resto de seres humanos: mentir, engañar, robarse unos a otro, entablar demandas, ocultar datos, falsificarlos, darse una importancia exagerada y desacreditar injustamente a los que sostienen un punto de vista opuesto. Así es la naturaleza humana, y nunca cambiará"

in Next, de Michael Crichton, tradução espanhola de Laura Dios e Laura Calahorra.

Não acredito que seja uma vocação. Acho que é uma escolha. Temos que escolher uma profissão, não é? Eu decidi ser Investigador. Ou por outra, decidi que gostava de fazer investigação durante (toda?) a minha vida profissional. E como em todas as profissões, à medida que se vai entrando no seu mundo – pequeno e particular – tem-se oportunidade de aprender como funciona. Hoje ao ler o livro que tenho agora entre mãos vi reflectido o meu sentimento em relação ao funcionamento do mundo profissional que escolhi – não tinha ilusões que seria perfeito, só diferente.

Prometi a mim mesmo que não escreveria sobre este assunto, mas sempre escrevi para encerrar o ciclo de pensamentos e auto-destruição que os meus pequenos falhanços provocam em mim. Aqui está. Desiludido. Com uma das pessoas que mais me fez acreditar que valia a pena. Com o funcionamento. Com a ciência. Tem razão professor, a ciência faz-se todos os dias, em todo o sítio, é um método... Eu aprendi.

In-útil

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